terça-feira, 14 de julho de 2009

Prum pum (rufar dos tambores)

Um "beco sem saída genético".

Melhor definição de todos os tempos.


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domingo, 12 de julho de 2009

Prólogo

Onde mais poderia expor, senão neste meio público (talvez o mais particular) de desabafo?


-Ouvir Michael Jackson anda apertando o meu coração.

-Tenho sonhado constantemente com quem precisou de mim, e eu não pude atender.


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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Suscitando o refalecido



Meu-Deus. Há quanto tempo não passo por aqui. E relendo tudo isso, confesso que os últimos posts ficaram uma mierda.


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Tanta coisa mudou, para a mesmíssima coisa de hoje. Tanta ansiedade que já se foi, se apaziguou, se transformou. Tanto interesse doente para ser atendido, tanto tempo perdido e tanto tempo faltante.

Vontade de novas pessoas, as pessoas essenciais de hoje, necessárias do hoje, especiais do hoje, as pessoas mais importantes, demasiadamente importantes, sufocantemente adoradas. Hoje.

E a vontade do conhecer que não passa. O conhecer que faz bem, que acompanha, que acrescenta, que abre portas e mundos. O conhecer que abre mundos. Abre e fecha mundos. Abre, de onde não quero mais sair. Fecha, pra onde não quero mais voltar. Sempre.



"(...) Mas essas limitações simplesmente refletem as necessidades cotidianas dessas pessoas conforme seu modo de vida, e não uma enfermidade em suas capacidades mentais." (Tábula Rasa)

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sábado, 3 de maio de 2008

Y no me importa un carajo!

Nessa loucura de vida, nessa corrida contra o tempo... nessa loucura de tempo, alguns momentos devem ficar registrados. Momentos que marcam como as marcas do tempo!

E é por isso que digo, quer dizer, canto.... ahh, "misma cooosaaaa"......

"Yo defecava en el mato
Cuando me jogaram una piedra
La piedra bateu en mi costas
Bateu en mi costas
Me melei todo de Bosta
Me melei todo de mierda
Só por causa de una piedra
Só por causa de una piedra
Me melei todo de mierda"

(by Falcão, interpretada por la niña de los pucheros)

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

E como você estaria...?

Às vezes me pego em momentos de saudade absurda. Saudade de tantas coisas que já fiz e gostei, e de tantas coisas que já fiz e me arrependi. Vontade de voltar e fazer tudo de novo, ou de voltar e fazer tudo diferente. Vontade de rever pessoas que me fizeram bem, e também aquelas que já me fizeram tão mal. Vontade de saber qual foi o destino de cada um, e de qual seria se alguma atitude minha tivesse sido diferente. Se eu tivesse abraçado ao invés de fugir, se eu tivesse ligado ao invés de deixar passar, se eu tivesse curtido mais um pouquinho, se eu tivesse dado mais uma chance, se eu tivesse ido naquela balada ao invés de ficar em casa assistindo à um filme reprisado pela milésima vez, ou se eu tivesse ficado em casa ao invés de ter ido naquela festa miada. Como eu estaria hoje, se tivesse esperado passar o segundo ônibus, se tivesse assistido à programas diferentes, se te surpreendesse com um "oi" pessoalmente ao invés de um "tchauzinho" à distância.

Relendo diários antigos parece que tudo era tão fácil de se resolver, e por que eu não o fiz? Por que mesmo depois de tantos erros óbvios, continuei insistindo que estava fadada à mesmice? Se eu sempre acreditei que "a arte imita a vida", por que eu não colaborei nos "scripts"?

E se eu continuo insistindo em alguns erros, e me recuso a mudar, começo a acreditar que é como diz aquela musiquinha brega: "o caminho mais fácil nem sempre é melhor que o da dor".